segunda-feira, outubro 16, 2006

Eu preciso aprender a ser só


Sabe, gente
É tanta coisa pra gente saber
O que cantar, como andar, onde ir
O que dizer, o que calar, a quem querer

Sabe, gente
É tanta coisa que eu fico sem jeito
Sou eu sozinho e esse nó no peito
Já desfeito em lágrimas que eu luto pra esconder

Sabe, gente
Eu sei que no fundo o problema é só da gente
E só do coração dizer não quando a mente
Tenta nos levar pra casa do sofrer
E quando escutar um samba-canção
Assim como
"Eu preciso aprender a ser só"
Reagir e ouvir o coração responder:
"Eu preciso aprender a só ser"

[Gilberto Gil]

É o q + preciso agora... o q me falta... o q kero... =~
Reconstruir o meu mundinho So Ku-te! =/

domingo, outubro 15, 2006

Insignificante = Alguém de pouco valor
















" Desculpa mas voltei com minha namorada.valeu.lexku"

simples assim... =~~~~~~~~~~~~~~~

Custe o Que Custar


Já não sei dizer se sou feliz ou não

Cm7 Gm7
Já nem sei p'ra quem eu dou meu coração
Ab7+ Abm/B
Preciso acreditar
Eb/Bb Cm7
Que gosto de alguém
Fm7 Bb7
E essa tristeza
Eb Bb/D
Vai ter que acabar e custe o que custar
Cm7 Gm7
Às vezes sinto até vontade de chorar
Ab7+ Abm7
Eu quero ter alguém
Eb7+ Cm7
Que possa compreender
Fm7 Bb7
Minha desilusão
Cm7
Até pensar Que nunca mais
G7
Vou ter alguém pra mim
Ab7+ Bb4,7
Eu já pensei assim
Eb7+ Cm7
Até sofri demais
Fm7 Bb7
Somente em Deus enfim
Eb F#7
É que eu encontro a paz
SOLO (B7+ Bbm5-/7 Eb7 G#m7 Eb7 E7+ B/F# C#7 F#7)Bb7 Eb Bb/D
Já não sei dizer se sou feliz ou não
Cm7 Gm7
Já nem sei pra quem eu dou meu coração
A7+ Abm7
Eu quero ter alguém
Eb7+
Que possa compreender
Fm7 Bb7
Minha desilusão
Cm7
Até pensar Que nunca mais
G7
Vou ter alguém pra mim
Ab7+ Bb4,7
Eu já pensei assim
Eb7+ Cm7
Até sofri demais
Fm7 Bb7
Somente em Deus enfim
Eb F#7
É que eu encontro a paz

[não q eu keira postar mta musica... + nao tenho culpa se sempre encontro alguma q toca no meu coraçao]

PS=> se alguem souber, toca pra mim... amo violão! =]

Besos ;*

sexta-feira, outubro 13, 2006

Procurando meu caminho...


É quase como tentar morder o céu da boca, apostar num cavalo asmático, tentar decorar a tabuada do oito ou brincar de bambolê.
Ciclo incessante e incoerente, inútil, invariável. Estive voltando pra algum lugar, fazendo cálculos matemáticos, desenhando gráficos e afins.
Estive num jardim de pregos, pisando cautelosamente com pés de pura bailarina.
Estive onde nada parecia ter fim.
Estive no total desapego a qualquer coisa, no desassossego da insônia, num maltrato que construí (e onde me desconstruí).
Andei regando flores e pintando telas quentes.
Mas estive pensando e - escolha um tom pálido - pode ser marfim.
Andei também aprimorando meu humor, porque o sarcasmo se alimenta do podre que vez ou outra passa por mim.
Estive dançando boleros, revisando discursos, digerindo cada coisa devagar.
E ainda não aprendi a simplesmente desperceber a discrepância com que me são jogados os fatos.
Ainda não acostumei com a velocidade da vida. (omundoéumconstanteborrãomundoéumconstanteborrãomundoéUM)
Andei vomitando com a poesia concreta, andei aprendendo a vomitar, me pondo de cara, dando a cara a tapa.
Estive também aprendendo a fazer panquecas e tomando café.
Andei conhecendo pessoas que me confirmaram, com inteligência de verdade, bom gosto de verdade, beleza de verdade e elegância, a mediocridade de cada bola de contradições e desesperos que rolam, se arrastam, babam e rastejam atrás de outras bolas por aí, essas não tão murchas, aliás, até bem infladas.
Estive gargalhando em circos de lonas estreladas!
E poderia me manter no inatingível, controle absoluto, nessa rede de balanço manso onde uma pausa quase que evolutiva me colocou, mas tenho piedade daquele que já viveu tanto mais e não descobriu tamanhas bobagens da vida, não se deu tempo a olhar pra si, gozou sempre de uma doce e enjoativamente serena mise-en-scéne de uma peça ruim.
Tenho sede de expressar, tentar encontrar e apontar saídas àqueles que sempre entenderam minha sina, a de gritar despudoradamente ao mundo, apesar de tudo: eu sou, sem saber o que e nem porquê.

quarta-feira, outubro 11, 2006

Então não me conte seus problemas


Então não me conte seus problemas
Hoje eu quero paz eu quero amor
Então não me conte seus problemas
Nada de tristeza nem de dor


Esse sol tão lindo gostoso de se ver
Essa vida boa correndo pelas mãos
Esse povo todo cantando pra valer

Solte essa cabeça
Acelere o coração
Hoje eu tô querendo falar de coisa boa
Hoje eu tô querendo gostar mais de você

Vamos balançando
Dando risada à toa
Hoje só não dança quem gosta de sofrer

Então não me conte seus problemas
Hoje eu quero paz eu quero amor
Então não me conte seus problemas
Nada de tristeza nem de dor

Veja bem
Tá tudo certo
Nós dois na avenida, dançando de coração aberto

Veja bem
Deus não perdoa
Vamos pensar positivo que essa vida é muito boa

PS.: Sentindo uma coisa boa!!! [tomara q nao seja p vir uma outra ruim!! =D]

/me "relaxada"... ;}